Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

A greve

Qualquer greve em Portugal evidencia que patrões e sindicatos não tiveram o mesmo professor de matemática. As contas nunca batem certo: onde um patrão vê oito, um sindicalista logo descortina oitenta. Um passeio por Lisboa permitia, porém, ver autocarros e eléctricos em actividade e, aparentemente, os comboios entre a margem sul do Tejo e a capital circulavam dentro da normalidade. Com excepção das ligações fluviais entre Lisboa e a outra banda, que estiveram consideravelmente abaixo do habitual, o fervor sindicalista já parece ter vivido melhores dias. A percepção de que a economia portuguesa vive um período crítico parece começar a generalizar-se, vencendo dogmas e a visão utópica de que esta é uma sociedade de direitos, com pouquíssimos deveres.

publicado por afacevisivel às 00:08
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1 comentário:
De Dias de Grave a 28 de Abril de 2010 às 12:31
Conclusão: as greves só não sabem nadar...
Isto é grave.Porque tem chovido muito.


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