Quinta-feira, 13 de Maio de 2010

O contribuinte não pode ser eternamente o bombo da festa. Até porque a festa já acabou.

Quando se fala de impostos, já não se coloca a velha questão de saber se o copo está meio cheio ou meio vazio. Em Portugal, o copo simplesmente já transbordou. Não há classe social que não o confirme.
As contrapartidas exigidas pelo PSD para apoiar o aumento de impostos são, assim, um exercício elementar de bom senso, sobretudo quando implicam uma redução efectiva da despesa. Nem todas as contrapartidas terão a mesma razoabilidade. Se a limitação do endividamento das empresas públicas é do domínio da racionalidade, o corte nos salários dos políticos e dos gestores públicos deixa um sabor a populismo, provavelmente inevitável num contexto de sacrifícios generalizados. Uma coisa é certa: o contribuinte não pode ser eternamente o bombo da festa. Até porque a festa já acabou.

publicado por afacevisivel às 00:07
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1 comentário:
De Luso Bombeiro a 13 de Maio de 2010 às 08:29
Um copo de água do Luso pela manhã é Bom.
E uma boa sinfonia de bombos do toca a rufar é acordante.
E lá se parte hoje para mais um dia negro transversal qb.
E com a pergunta habitual:quanto é e quem +e quem na economia paralela?


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