Sexta-feira, 16 de Julho de 2010

Um optimista levemente obsessivo

Da já muito comentada entrevista com prozac de José Sócrates ao Financial Times, vale a pena repescar uma frase que é, só por si, o bilhete de identidade do entrevistado. Diz Sócrates: “Muitas vezes sinto que estou sozinho a tentar estimular o optimismo do país.” O primeiro-ministro não é definitivamente dos que recuam perante a adversidade. Como optimista levemente obsessivo que é – característica rara no país – Sócrates não se deixa abater pela realidade nem subordinar pelas estatísticas, sobretudo quando elas contribuem, ainda que justificadamente, para uma certa depressão nacional.
Como diz o poeta, ele é dos que vai em frente e despreza a continência.

publicado por afacevisivel às 00:06
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1 comentário:
De Desgraçado da Costa a 16 de Julho de 2010 às 00:49
José Gil resumiu em " o medo de existir" o que somos.
Vasco Santana imortalizou no ZOO a sua mensagem: optimistas sem chapéu há muitos seu palerma!!!
E eu é que sou Desgraçado da Costa.


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